domingo, 19 de junho de 2016
o amor, parte I de IVCCCXCVIII
Quando percebermos que o amor é e existe em todas as formas e feitios, que por isso mesmo ele não tem uma forma nem um feitio, que não tem uma medida nem uma duração, que tudo em relação a ele é uma incongruência, um objecto complexo que se descomplica a partir do momento em que existe porque é tão complexo que se torna único e, por isso, perfeito... Quando compreendermos que nos podemos apaixonar e/ou sentir amor diáriamente por várias coisas, pessoas, momentos, que todos os nossos sentidos existem e que um dos seus propósitos é apenas sentir esse ''sentir''... Aí, talvez conheçamos o amor.
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