Amanhã vou acordar cheia de olheiras, ramelosa e cheia de sono. Vou levantar-me da cama, devagar, e sentir o peso do cansaço no meu corpo todo. Amanhã vou acordar e sentir no mesmo corpo que ontem era meu e hoje também, a falta que tu me fazes.
Já não sei sentir este corpo como quando não era só meu e era teu também. Já não sei acordar e sentir-me leve porque o vazio de hoje é oco mas pesa tanto.
Já não sei ser sem ser quem já fui nem ser quem fui quando a alguém pertenci. Hoje sou livre e isso é mais pesado do que alguma vez imaginara que fosse possível.
Já não sei ser sem ser quem já fui nem ser quem fui quando a alguém pertenci. Hoje sou livre e isso é mais pesado do que alguma vez imaginara que fosse possível.
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